Qualidade de vida durante a COVID-19

Eurofound’s unique e-survey, Living, working and COVID-19, provides a snapshot of the impact of the pandemic on people’s lives, with the aim of helping policymakers to bring about an equal recovery from the crisis. Three rounds of the e-survey have been carried out to date.

  • Round 1: Launched on 9 April 2020 when most Member States were in their first lockdown
  • Round 2: July 2020 when economies and societies were gradually reopening
  • Round 3: March 2021, almost a year on, as countries were still dealing with various levels of lockdown to curb the spread of new strains of the virus, while vaccination programmes were rolled out.

The data cover a range of topics including life satisfaction, happiness, optimism and resilience, health, support and (mental) well-being. Compare the data for each round and explore by country, gender and age.

Conclusões principais

  • O bem-estar mental atingiu o seu nível mais baixo em todos os grupos etários desde o início da crise, há mais de um ano. Este efeito é particularmente visível entre os jovens e entre as pessoas que perderam o seu emprego.   

  • As desigualdades existentes estão a aumentar devido ao impacto desproporcional da pandemia nos grupos vulneráveis. Os resultados mostram que as dificuldades em fazer face às despesas aumentaram significativamente entre as pessas que já se encontravam em situação precária.

  • Para além da doença e das mortes, a COVID-19 teve um impacto significativo na saúde mental dos cidadãos, com mais pessoas a recearem a doença, as dificuldades económicas e a incerteza quando ao impacto real da crise. Os decisores políticos terão de analisar o agravamento dos sentimentos de solidão, depressão e tensão provocados pelo prolongamento das restrições para reduzir a propagação da COVID-19. A prestação de um apoio específico para fazer face às consequências sobre a saúde mental deve ser um elemento-chave das medidas adotadas.

  • Para evitar que os mais duramente atingidos pelo impacto da crise fiquem ainda em maior desvantagem, os decisores políticos terão de adotar uma abordagem holística em relação às medidas de apoio. Se o aumento continuado das desigualdades entre os cidadãos e entre os Estados-Membros não for travado, corre-se o risco de minar ainda mais a confiança dos europeus nas suas instituições, assim como de desencadear um sentimento de descontentamento político.    

  • Curiosamente, são muitos os europeus que têm uma perspetiva mais favorável da sua situação financeira. Em sete Estados-Membros, o pessimismo em relação ao futuro diminuiu em relação ao verão de 2020. A insegurança no emprego é também inferior à registada no início da pandemia, embora superior à de julho de 2020. 

Background and data collection

  • FieldworkRound 1: 9 April–1 May 2020; Round 2: 22 June–27 July 2020; Round 3: 15 February–30 March 2021 
  • Sample sizeRound 1: 86,457 (63,354 complete responses for EU27); Round 2: 31,732 (24,123 complete responses for EU27); Round 3: 62,518 (46,800 complete responses for EU27) 
  • Target population: People aged 18 and over
  • Spatial coverage of the data visualisation: EU27
  • Data collection mode: Online
  • Respondent recruitment: Snowballing and advertisements on social media
  • Publisher: Eurofound
  • Copyright: Copyright policy
  • Working paper: Living, working and COVID-19: Methodological Annex to Round 1
  • Working paper: Living, working and COVID-19: Methodological Annex to Round 2 
Suggested citation

Eurofound (2020), Living, working and COVID-19 dataset, Dublin, http://eurofound.link/covid19data

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Na sequência da saída do Reino Unido da União Europeia em 31 de janeiro de 2020, é de notar que há dados publicados no sítio Web da Eurofound que continuam a incluir os 28 Estados-Membros da UE, uma vez que o Reino Unido foi incluído em investigações anteriores. Esta situação será progressivamente alterada no sentido de refletir a atual composição dos 27 Estados-Membros da UE.