Working conditions and sustainable work

Negócios, mas não como sempre: como as empresas da UE se adaptaram à pandemia da COVID-19

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9 December 2021
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Principais conclusões

  • Em resultado da pandemia, cerca de 1 em cada 5 empresas da UE sofreram perdas de postos de trabalho. Quase 40 % das empresas da UE tiveram de reduzir o tempo de trabalho dos seus trabalhadores, e em quase um quarto (23 %) isso afetou a maioria dos trabalhadores.
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  • Em resultado da pandemia, cerca de 1 em cada 5 empresas da UE sofreram perdas de postos de trabalho. Quase 40 % das empresas da UE tiveram de reduzir o tempo de trabalho dos seus trabalhadores, e em quase um quarto (23 %) isso afetou a maioria dos trabalhadores.
  • Em 2020, quase metade de todas as empresas da UE tiveram de cessar, de alguma forma, as suas atividades por causa da COVID-19. Os prestadores de serviços financeiros e outros, as empresas de transportes e as empresas do setor hoteleiro foram os mais duramente afetados pelo impacto de sucessivos confinamentos ligados a medidas de saúde pública.
  • Em 2020, mais de um terço das empresas da UE alteraram a sua atividade principal em resposta à COVID-19. Muitas empresas alteraram as suas linhas de produção para passarem a produzir equipamento de proteção, aparelhos de respiração, utensílios de higienização e outros aparelhos necessários com urgência.
  • As organizações podem retirar lições claras da crise. As empresas que investiram nos trabalhadores e os envolveram no processo de tomada de decisões foram mais bem-sucedidas; foi também maior a probabilidade de estas empresas que apostaram num elevado nível de envolvimento e investimento terem um plano de gestão de crises, de alterarem as suas principais atividades empresariais e de contratarem pessoal adicional em 2020. A gestão prospetiva foi também fundamental, juntamente com um bom clima de trabalho, uma estratégia eficaz de comunicação com o pessoal e os clientes e a disponibilização ao pessoal de equipamento para permitir a flexibilidade dos horários de trabalho.
  • Os desafios físicos e emocionais durante a crise da COVID-19 são diferentes para os trabalhadores no local e no domicílio. Embora ambos os tipos de trabalhadores mencionem fadiga pandémica e baixa motivação, os teletrabalhadores relataram um design ergonómico deficiente dos locais de trabalho remotos, dificuldades decorrentes do ensino em casa e frustração com ambientes monótonos, enquanto os trabalhadores no local destacaram o medo do contágio e as práticas radicalmente alteradas no local de trabalho.
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Resumo

O presente relatório visa ajudar as empresas europeias a enfrentar os desafios da pandemia da COVID-19. A tónica reside nas práticas e características do local de trabalho que ajudaram as empresas em toda a UE a desenvolver a sua resistência operacional, mantendo ao mesmo tempo os trabalhadores eRead more

O presente relatório visa ajudar as empresas europeias a enfrentar os desafios da pandemia da COVID-19. A tónica reside nas práticas e características do local de trabalho que ajudaram as empresas em toda a UE a desenvolver a sua resistência operacional, mantendo ao mesmo tempo os trabalhadores e os clientes seguros.

O relatório investiga a forma como as empresas da UE reagiram inicialmente ao choque externo causado pelo surto da pandemia e como adaptaram posteriormente os seus locais de trabalho. Explora igualmente o impacto da pandemia na saúde e no bem-estar dos trabalhadores e a forma como o surto da COVID-19 e as subsequentes perturbações afetaram as operações comerciais e a organização do trabalho.

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  • Relatório

    Número de páginas: 
    80
    N.º de referência: 
    EF21033
    ISBN: 
    978-92-897-2224-7
    N.º do catálogo: 
    TJ-05-21-333-EN-N
    DOI: 
    10.2806/98958
    Catalogue info

    Negócios, mas não como sempre: como as empresas da UE se adaptaram à pandemia da COVID-19

    Formatos

    Cite esta publicação: 

    Eurofound (2021), Business not as usual: How EU companies adapted to the COVID-19 pandemic, Publications Office of the European Union, Luxembourg.

  • Executive summary

    N.º de referência: 
    EF21033EN1
    Catalogue info

    Negócios, mas não como sempre: como as empresas da UE se adaptaram à pandemia da COVID-19

    Autor(es): 
    Eurofound

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  • Tables and graphs

    This report contains the following list of tables and figures.

    List of tables

    Table 1: Distribution of Eurofound case studies
    Table 2: Reduction in working time due to COVID-19, by establishment characteristics
    Table 3: Average establishment performance levels by establishment characteristics, indexed mean, standard errors and % change in indexed mean
    Table 4: Findings on telework-related aspects (%)
    Table 5: Establishment performance and workplace well-being by work characteristics and management style, mean and standard errors

    List of figures

    Figure 1: Change in number of employees by sector, 2019 and 2020 (%)
    Figure 2: Change in number of employees by establishment type, 2019 and 2020 (%)
    Figure 3: Reduction in working time due to COVID-19, by sector (%)
    Figure 4: Proportion of establishments reporting profit/loss, 2019 and 2020 (%)
    Figure 5: Proportion of establishments reporting increases/decreases in production volume, 2019 and 2020 (%)
    Figure 6: Complete or partial suspension of business (%)
    Figure 7: Complete or partial suspension of business activity by sector (%)
    Figure 8: Change in employment by degree of business suspension (%)
    Figure 9: Profit outlook by business suspensions (%)
    Figure 10: Production/service volume developments by business suspensions (%)
    Figure 11: Change in business activities by sector and disruption (%)
    Figure 12: Change in knowledge and skills needs due to COVID-19, EU27 (%)
    Figure 13: Establishments with substantial or moderate change in knowledge and skills needs due to COVID-19, by establishment type, EU27 (%)
    Figure 14: Motivation by types of change in establishments (%)
    Figure 15: Change in establishments’ physical infrastructure due to COVID-19 (%)
    Figure 16: Change in establishments’ physical infrastructure due to COVID-19 by sector (%)
    Figure 17: Organisational changes due to COVID-19 by sector (%)
    Figure 18: Telework by proportion of employees and time, 2019 and 2020 (%)
    Figure 19: Telework by establishment size, 2019 and 2020 (%)
    Figure 20: Provisions for telework made by employer (%)
    Figure 21: Extent to which each element of the management approach has become more important because of the pandemic (%)
    Figure 22: Problem solving and work autonomy, 2019 and 2020 (%)
    Figure 23: Job complexity and work autonomy, indexed values (mean = 100), 2019 and 2020
    Figure 24: Discretionary behaviour, 2019 and 2020 (%)
    Figure 25: Use of internal communication channels, 2019 and 2020 (%)
    Figure 26: Business continuity plan or contingency plan previously in place by various variables (% and standard errors)
    Figure 27: Psychosocial risks in EU27 establishments in 2019 (% of managers reporting)
    Figure 28: Measures to record working time by employee representation (ER) (%)
    Figure 29: Employee motivation by employee representation (ER) (%)
    Figure 30: Direct employee participation (%)

A investigação realizada antes da saída do Reino Unido da União Europeia, em 31 de janeiro de 2020, e posteriormente publicada, pode incluir dados relativos aos 28 Estados-Membros da UE. Após esta data, a investigação apenas tem em conta os 27 Estados-Membros da UE (UE28 menos o Reino Unido), salvo especificação em contrário.

Part of the series

  • European Company Survey 2019

    Eurofound’s European Company Survey (ECS) maps and analyses company policies and practices which can have an impact on smart, sustainable and inclusive growth, as well as the development of social dialogue in companies. This series consists of outputs from the ECS 2019, the fourth edition of the survey. The survey was first carried out in 2004–2005 as the European Survey on Working Time and Work-Life Balance. 

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