Remuneração e renda
A remuneração e a renda são fundamentais para as relações de emprego e a qualidade de vida. A questão tem merecido ainda mais atenção a nível da UE devido à evolução da economia e da sociedade no seu conjunto provocada pela crise.
Encontre abaixo os conteúdos mais recentes sobre este tema.
Salários mínimos em 2026: Revisão anual
A definição do salário mínimo em toda a UE tornou-se uma área política cada vez mais dinâmica e observada de perto, moldada pela transposição da Diretiva do Salário Mínimo da UE e por uma década de crescimento sustentado em termos reais das taxas estatutárias. Este relatório examina as discussões sobre definição salarial que ocorreram entre os Estados-Membros e a Noruega em 2025, focando nos países com e sem salário mínimo nacional, na interação entre salários mínimos e negociação coletiva em setores de baixa remuneração, e no papel crescente dos valores de referência indicativos na formação das decisões nacionais.Salários mínimos nacionais na UE: crescimento orientado por políticas, convergência contínua e maior proximidade com salários negociados
No último ano, os salários mínimos nacionais continuaram a aumentar substancialmente em toda a UE, especialmente nos países da Europa Central e Oriental, continuando a redução das disparidades regionais. A Diretiva do Salário Mínimo da UE emergiu como um fator significativo para aumentos do salário mínimo em muitos países, superando os níveis de inflação e aumentando mais rapidamente do que os assolos salariais acordados coletivamente em muitos setores de baixa remuneração.Empregos de baixa remuneração: Tendências de emprego e impacto das políticas de salário mínimo
Este relatório examina os efeitos de longo prazo das políticas de salário mínimo nas estruturas de emprego em toda a UE-27 nas últimas duas décadas. Ele analisa sistematicamente como as mudanças nos padrões setoriais e ocupacionais de emprego estão ligadas a essas políticas.A Eurofound apresenta relatórios sobre vários aspetos da remuneração e do rendimento à luz da evolução das circunstâncias económicas em toda a Europa.
O Pilar Europeu dos Direitos Sociais estabelece os compromissos salariais da UE: o direito dos trabalhadores a salários justos que proporcionem um nível de vida digno; garantir salários mínimos adequados; prevenir a pobreza no trabalho.
Na sequência de uma proposta da Comissão Europeia em outubro de 2020, o Parlamento Europeu e o Conselho da UE adotaram uma nova diretiva relativa a salários mínimos adequados em 19 de outubro de 2022. O objetivo é reduzir a pobreza no trabalho, promover a negociação coletiva sobre salários e aumentar o acesso à proteção salarial mínima.
Em 30 de janeiro de 2023, o Conselho adotou uma recomendação relativa a um rendimento mínimo adequado que assegure a inclusão ativa.
A fim de reforçar o princípio da igualdade de remuneração por trabalho de igual valor entre homens e mulheres, o Conselho adotou, em 24 de abril de 2023, uma nova diretiva relativa à transparência salarial. A diretiva visa combater a discriminação salarial e ajudar a colmatar as disparidades salariais entre homens e mulheres na UE.
Comissão Europeia: Plano de Ação sobre o Pilar Europeu dos Direitos Sociaisopens in new tab
EUR-Lex: Diretiva (UE) 2022/2041 relativa a salários mínimos adequados na União Europeiaopens in new tab
Comissão Europeia: Conselho adota recomendação sobre um rendimento mínimo adequadoopens in new tab
Conselho da União Europeia: Transparência salarial na UEopens in new tab
Esta é uma seleção dos resultados mais importantes sobre este tema.
26 June 2024
Minimum wages in 2024: Annual review
This 2024 annual review of minimum wages provides a synopsis of minimum wage setting during 2023 in the EU27 and Norway. It reports in detail on the processes and outcomes of setting the minimum wage rates for 2024 and beyond. It investigates the extent to which minimum wage earners were affected by the cost-of-living crisis and shows how minimum wage workers are distributed across households over the entire income distribution. The report also addresses the criteria that minimum wage setters considered when setting the new rates for 2024 and to what extent these criteria already include the minimum elements mentioned in Article 5 of the EU Minimum Wage Directive. It provides some initial insights into Member States’ activities around the transposition of the directive, which was a moving target at the time of drafting the report. Finally, an overview of the latest minimum wage research related to the EU27 and Norway completes this report.
5 September 2023
Tackling rising inflation in sectoral collective wage bargaining
After a long period of price stability, inflation has made a remarkable comeback in the EU. In the aftermath of the COVID-19 pandemic, the energy crisis spurred by Russia’s war of aggression against Ukraine and the disruption of the international supply chain, among other factors, have driven up the prices of commodities and goods. While nominal wages picked up in 2021 and 2022, real wage growth has remained below inflation, affecting mainly low-income groups. Even though EU institutions expect inflation to slowly decline by 2025, many collective bargaining rounds have barely been able to keep up with the rapid increase in prices in 2022. Consequently, trade unions’ demands for compensation and pay increases in collectively agreed wages put pressure on some sectors. Updating minimum wages (in line with the directive on adequate minimum wages) plays a key role in protecting the purchasing power of low wages. With wages not keeping up with inflation rates, tensions may resurface in social dialogue and collective bargaining over the coming years.
18 June 2021
Gender pay transparency: Advancing the cause through a truly European proposal
7 September 2022
Access to essential services for people on low incomes: Energy, public transport and digital communications
In collecting information on essential services, the European Commission requested Eurofound to provide input on certain aspects of existing and planned measures in the Member States to improve access to essential services in reference to Principle 20 of the European Pillar of Social Rights. For this exercise, the scope was on energy services, public transport, and digital communications, and the focus on people at risk of poverty or social exclusion (in most cases in practice, people on low incomes). This paper provides an overview of the measures in the Member States based mainly on the inputs from the Network of Eurofound Correspondents, collected in February–March 2022. The paper reviews the measures across the entire EU by clustering the major types or targets of the measures to make essential services accessible, and by succinctly listing main country-level examples. It provides information for understanding the diversity and similarities of the measures applied and suggests pointers on areas where policy action could be developed.
24 January 2023
Economic and social inequalities in Europe in the aftermath of the COVID-19 pandemic
The COVID-19 pandemic had varying impacts on social groups, depending on existing disadvantages, and it was widely believed that it triggered a rise in inequalities across different areas of life. Using indicators from the EU’s Multidimensional Inequality Monitoring Framework (MIMF), this report shows how inequality in the spheres of income, health, employment and education changed between 2010 and 2020. It also examines the main drivers of this change during the pandemic and explores the relationships between government policies in several domains and inequality.
30 March 2021
Wealth distribution and social mobility
This report explores the distribution of household wealth in the EU Member States and analyses the role of wealth in social mobility. Using data from three datasets (the Household Finance and Consumption Survey, the Survey of Health, Ageing and Retirement in Europe and the Luxembourg Wealth Study), it focuses on wealth per household member. Wealth composition is compared across social groups and countries, and the role of housing assets in wealth distribution and negative wealth is assessed. The findings show that parental background, including parental wealth, has an impact on educational and wealth mobility. In order to promote equality of opportunities in terms of access to education and housing, the impact of wealth inequalities, including differences in parental wealth, should be counterbalanced. The report also suggests that regularising wealth declaration in the EU could be a way of promoting social justice by minimising hidden wealth and combating tax evasion.
Os investigadores da Eurofound disponibilizam os seus conhecimentos especializados e podem ser contactados para questões ou pedidos dos meios de comunicação social.
Marianna Baggio
Research officerMarianna Baggio é investigadora na unidade de Políticas Sociais da Eurofound, trabalhando em aspetos do Inquérito Europeu sobre a Qualidade de Vida (EQLS), bem como nos tópicos da transparência salarial entre homens e mulheres e dos cuidados informais. Antes de ingressar na Eurofound, atuou como analista de políticas no Centro de Competências para Insights Comportamentais do Centro Comum de Pesquisa da Comissão Europeia. Trabalhou como pós-doutoranda na Universidade Vita-Salute San Raffaele (Milão) e na Universidade de Trento. Ela também traz uma vasta experiência de uma função anterior como oficial de responsabilidade social corporativa (CSR) na África do Sul. Marianna é doutora em Economia e Gestão pela Universidade de Trento, com especialização em economia comportamental.
Carlos Vacas‑Soriano
Senior research managerCarlos Vacas Soriano é gerente sênior de pesquisa na unidade de Emprego da Eurofound. Ele trabalha em temas relacionados a desigualdades salariais e de renda, salários mínimos, baixos salários, qualidade do emprego, emprego temporário e segmentação, e qualidade do emprego. Antes de ingressar na Eurofound em 2010, trabalhou como analista macroeconômico para a Comissão Europeia e como pesquisador em mercados de trabalho europeus no Banco Central da Espanha. Possui mestrado em Estudos Econômicos Europeus pelo College of Europe em Bruges e doutorado em Economia do Trabalho pela Universidade de Salamanca (Doutor Europaeus).
Christine Aumayr-Pintar
Senior research managerChristine Aumayr-Pintar é gestora sénior de investigação na unidade de Vida Profissional da Eurofound. Coordena a investigação da Eurofound sobre o diálogo social e as relações laborais e supervisiona a Rede de Correspondentes da Eurofound (NEC). Sua principal experiência em pesquisa – abordada de um ponto de vista comparativo em toda a UE – centra-se em salários mínimos, remuneração negociada coletivamente e transparência salarial entre homens e mulheres. Antes de ingressar na Eurofound em 2009, foi investigadora de mercados de trabalho e economia regional na Joanneum Research na Áustria. Ela obteve um mestrado em Economia e um doutorado em Ciências Sociais/Economia, tendo estudado economia em Graz, Viena e Jönköping.
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